Cultura (e incultura) da Blogosfera Gamer
Zelda Reorchestrated: pois nada é tão bom que não possa melhorar

Eu sempre fui fã da série Zelda. Para quem não sabe, a minha história com ela começou no A Link to the Past, o título do Super Nintendo. Talvez por isso o Ocarina of Time tenha sido tão interessante para mim: ser o relato do porquê dos eventos do meu primeiro Zelda foi realmente impressionante. Lembro-me como se fosse ontem da entrada no Zora’s Domain, ainda criança, com aquela música inesquecível adornada por aqueles reflexos de água em toda a caverna. Lembro-me do Spirit Temple, completo em 7 anos de idas e vindas no tempo. Lembro-me de atirar flechas enquanto cavalgava pela Gerudo Fortress… da difícil batalha contra mim mesmo no Water Temple… de salvar os 7 sábios que, até então, eu só conhecia por lendas.
Ontem, tudo isso voltou à tona. Conheci ZREO, Zelda Reorchestrated e se incrível pacote com novos arranjos para todas as 82 músicas de Ocarina of Time, indo dos sons mais simples como de pegar um item ou uma música da ocarina até as complexas composições de personagens e diversas áreas do jogo.
Ouvir o álbum trouxe lembranças tão nítidas que pareciam ser reais, como a sensação da primeira corrida montado em Epona, ou da primeira Hylian Loach pescada… como atirar no sol para conseguir suas Fire Arrows, tocar ocarina com os Skullkids ou pescar rupees mergulhando de cachoeiras… Como adentrar o Temple of Time, guardar minha Master Sword e voltar no tempo, para um tempo que jamais voltará.
Valeu pela dica, Wii Clube!
Artigo escrito ao som dos créditos finais do jogo.
| Imprimir artigo | Este artigo foi escrito por Tiago Frossard em 06/01/2010 às 08:01, e está arquivado em Achei e postei, Eu ouço, Video Game Arte. Siga quaisquer respostas a este artigo através do RSS 2.0. Você pode deixar uma resposta ou fazer um trackback do seu próprio site. |

