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Meme: Retrospectiva 2009

Resolvi fazer um meme com o pessoal mais conhecido, com a lista dos melhores jogos que jogaram nesse ano, independente de plataforma, gênero ou produtora. A idéia é simples: reunir uma lista de jogos recomendados. Vai aí a minha, independente de ordem:

Okami – Wii – Ação/Aventura

Vindo do PS2, retrabalhado no Wii. Sim, utilizar o Wiimote para desenhar então é um gigantesco extra para o jogo, que já é uma obra prima por si só. A música e o visual dão todo o charme característico das pinturas japonesas e a ação rola solta durante todo o jogo.

Prototype – PC – Ação

Prototype é um jogo frenético. Fácil, porém extremamente divertido. Os movimentos de parkour adicionados aos superpoderes de um mutante anti-herói tornam tudo bem exagerado: os controles respondem rápido o suficiente para que você corra prédios acima, pulando sobre  os exércitos  de uma Manhattan pós-apocalíptica, lançando carros em helicópteros e destruindo tanques na porrada. É o estilo de jogo que eu gostaria muito de ver estrelado pelos mutantes dos X-Men.

Cargo Bridge – PC – Casual

Esse quem me mostrou foi o Ricardo do Mexidão e é minha escolha de jogo casual. Divertidíssimo para quem gosta de quebra-cabeças: você deve montar pontes estáveis sobre diversos tipos de precipícios, para que seus trabalhadores consigam pegar itens variados nas fases. Requer um bom conhecimento de física. O jogo pode ser encontrado aqui no Kongregate.

World of Warcraft: Wrath of the Lich King – PC – MMORPG

WoW é o MMORPG que coloco na lista. Ele expandiu as experiências do Burning Crusade, balanceando algumas classes e trazendo centenas de novos itens e habilidades. Houve uma melhora considerável na qualidade gráfica, o que tornou as novas regiões são muito mais bonitas. O problema continua sendo o tamanho absurdo do jogo em disco.

Elder Scrolls IV: Oblivion – PC – RPG/Sandbox

Oblivion é o mais próximo de um RPG de mesa que qualquer outro RPG já conseguiu chegar. Ele tem um mundo gigante a ser explorado, lotado de sidequests que podem ser seguidas com completa independência. Cansou de jogar a linha normal do jogo? Vá procurando por quests a fazer, explore o mapa atras de alguma dungeon secreta, arrume uma casa, entre para alguma das várias guildas do jogo… A arquitetura do jogo permite o desenvolvimento de mods, o que dá ao jogo todo um universo de possibilidades. Oblivion é como um Neverwinter Nights de última geração.

Muramasa – Wii – Ação

Já falei do Muramasa aqui no O Gamer. Gostei muito do que eu joguei, justamente por ser daqueles que ainda se amarra em jogos como Mega Man e Super Contra, onde a ação é o principal foco do jogo. Muramasa me trouxe isso em um pacote muito bem trabalhado e cheio de extras pós-game.

FUEL – PC – Corrida

FUEL é um jogo de Rally com inúmeros tipos de veículos diferentes, indo de motos e quadriciclos a carros e caminhões. É o recordista mundial de área explorávem em um jogo eletrônico, tendo um singelo total de 14,400 km² de área explorável. Além disso, ainda possui um mundo pós-apocalíptico mostrando o que seria de quem sobrevivesse ao aquecimento global, com terremotos, tsunamis, tempestades de areia e tufões por todo o lado. Como se não bastasse isso tudo, o jogo possui inúmeros gêneros de corrida e extras a serem destravados.

Resident Evil: The Umbrella Chronicles – Wii – Rail Shooter

Jogaço para quem gosta tanto da série Resident Evil quanto de Rail Shooters, o estilo dos clássicos jogos de tiro mais antigos. O jogo é viciante, repleto de informações da série e de ação incessante. O modo cooperativo é muito divertido, rendendo boas horas de jogatina. Como se não bastasse, o último capítulo do se passa na em uma história nova na série: uma base na Rússia.

Agora é a vez do Bruno, do Adauto, do Ricardo, o pessoal do Select Game e de você, leitor. Quais são os seus melhores de 2009?

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Sobre Tiago Frossard

Analista de Sistemas por formação e gamer por opção. Fascinado por interatividade, gameplay, jogos em 2D e MMORPGS, não tem se maravilhado muito dos jogos AAA da atualidade, que parecem seguir sempre uma fórmula de vendas e pouca inovação. Para ele, nada melhor que um bom indie para passar o tempo.